Alunos dos 3º anos (A, B, e C), da UESA, realizaram um seminário sobre a relação da juventude com os movimentos de contracultura que iniciaram a partir dos anos 1960, com as manifestações do maio de 1968, na França, que se espalhou para o restante do mundo influenciando novas identidades juvenis.
O trabalho foi dividido em grupos, com a proposta de elaboração de pesquisa sobre as diferentes manifestações, no âmbito internacional(Hippie, Punk e Hip-Hop), nacional(Tropicália) e regional(Manguebeat). Além, da apresentação oral sobre os temas, com utilização de recursos digitais(data-show, notebook e smartfones) para exposição contextual e audiovisual.
Desse debate tiramos as seguintes conclusões e reflexões:
1º do ponto de vista sociológico,
conflitos de diversas ordens vivenciados pela a juventude reflete as
contradições presentes na vida pública das sociedades.
2º se atribui a juventude a
condição de ser precursora da contracultura, fenômeno contemporâneo que
congregam manifestações de grupo que rejeitam valores e práticas de uma cultura
dominante.
3º maio de 1968 foi efêmero (sufocado
pela repressão).
4º movimentos de contraculturas
posteriores se utilizaram de outros métodos de expressão para sobreviver. Ex.
movimento punk e hip-hop que surgiram a partir dos anos 70.
5º no Brasil, esses movimentos
chegaram por meio de jovens da periferia das grandes cidades, sobretudo em São
Paulo e Brasília, buscando lutar e se expressar contra a ditadura.

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